sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mulher macho sim senhor



Nós mulheres antes vista somente como a esposa dedicada que era preparada desde pequena para cuidar dos filhos e do marido, hoje trabalhamos fora, estudamos, e fazemos a escolha de ser dona de casa ou não.
Ainda vistas como o sexo frágil, nós mulheres ainda somos vítimas do preconceito em relação a algumas coisas que nós conquistamos.
Mas será que somos o sexo frágil mesmo? Ou será que são os homens que querem nós dá o título que seria deles por direito se fossemos fazer algumas comparações?
Somos mas fortes do que muitos homens imaginam, somos mulher macho.
Mulher macho sim senhor, porque somos nós mulheres que conseguimos passar o dia todo com um salto agulha enorme, somos nós que leva os filhos para escola, que dá banho, que ensina os deveres da escola, mesmo estando cansada de ter passado o dia todo atendendo clientes mal educados, com um salto que machuca muito os pés, e ainda ter feito supermercado depois do expediente.
Somos nós que acordamos no outro dia bem cedo para se arrumar para mais um dia de trabalho, mesmo que tivéssemos passado a maior parte da noite preparando o almoço do dia seguinte, e colocando algumas roupas para lavar, e tudo isso depois de brincar com os filhos e lhe contar uma história.
Dizem que mulher é um desastre no volante, mas será que eles já pararam para ver que na televisão a maioria do acidentes mostrados são com os homens?
Portanto depois de todas essas comparações, podemos dizer com certeza que somos mais macho que muito homem, porque ser macho não é ter músculos, é ter força para fazer tudo o que fazemos mesmo sendo tão delicadas, ficaria até meio clichê citar um ditado agora, mas é isso que farei.
Será que eles não sabem que "as flores mais delicadas tem espinhos"?

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Dia 4: Filme Favorito


Falar sobre um filme favorito é díficil, sempre tem alguma coisa que gostamos em algum filme.
Filmes que gostei de assistir: como se fosse a primeira vez foi muito lindo a perseverança dele para ficar com o amor da sua vida e todos os dias fazer com que ela se apaixone de novo, um amor quase perfeito 3 esse eu assitir na escola e foi uma gritaria no fim do filme todos amaram, até alguns meninos, as branquelas foi muito divertido de assistir, o menino do pijama listrado apesar de triste, mostra uma bela amizade, me arrepiei toda no fim do filme.
Teve um filme de drama que eu amei, queria tanto lembrar o nome mas não consigo, só me lembro que assistir na globo, e que um rapaz mata a sua amante grávida de seu filho para não largar a mordomia que ele tinha ao lado da esposa( detalhe a amante era ex-namorada do irmão da esposa dele).
Pode ter certeza que tem outros filmes que quando assistir gostei para valer, até assistir mas outras inúmeras vezes, mas não me recordo de todo os nomes agora.
E vocês que filme você considera o seu favorito? Tem mais de um? Pode contar a vontade, é sempre bom dividir gostos em comum e dicas.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Aparência

Foto retirada do Flickr.
Post para o projeto mil palavras e para o bloínquês.
Talvez eu passe um tempo longe da cidade (trecho da música confesso - Ana Carolina).

Em uma conversa séria com a avó Jeferson lhe confessa algo, talvez essa seja a última conversa e a última confissão que ele fará a sua querida avó.
A conversa a seguir pode surpreender alguém.
E as confissões mudar tudo o que essa imagem lhe retrata.
_ Vovó preciso lhe confessar algo muito sério._ Jeferson disse mostrando grande seriedade.
_Pode falar meu neto querido._ ela falou com a voz doce de sempre.
_ Eu não sou durão como todos pensam._ ele disse de cabeça baixa.
_ Você pensa que sua velha não sabe disso?_ ela disse rindo, achando que a conversa não tinha nada de sério.
_ O jeito que você usa esse cabelo e essas roupas, que escondem a maravilha que você é._ dona Joana sabia muito bem do que estava falando, ela havia criado o seu neto e sabia que ele era bom.
_ Vovó, talvez eu passe um tempo longe da cidade._ Jeferson em fim tomou coragem para dizer do que se tratava realmente a conversa.
_ Mas porque vai fazer essa tolice?_ a avó perguntou ríspida, puxando a orelha do neto com tanta força que poderia arrancar fora.
_ Mesmo depois que fui inocentado da morte da Natália, todos me olham diferente, como se eu fosse o culpado, me tratam diferente dos outros até na faculdade._ ele disse lamentando o motivo pelo qual ele teria que partir.
_ Querido, eu tenho uma confissão para te fazer._ dona Joana disse, emudecendo em seguida, uns cinco minutos se passaram, até que o silêncio foi quebrado.
_Diga-me._ Jeferson a encorajou a falar.
_ Eu sei que não foi você que matou a sua ex-namorada, porque fui eu que acabei com a vida da Natália, a mania de grandeza dela acabou com o namoro de vocês, transformando você em uma pessoa que não é, veja só o seu cabelo, a sua roupa, e essa cerveja em sua mão, você nunca bebeu a essa hora da manhã._ ela contou toda a verdade ao neto, por longos minutos ela ficou a falar, sem deixar que Jeferson falasse nada, até que ele enfim a interrompeu, sem saber quais seriam as suas próximas palavras.
_ Eu não posso acreditar que a minha avó fez isso, veja só para o seu jeito, essas roupas, o cabelo tão bem alinhado, ninguém poderia imaginar, nem mesmo eu que sou seu neto._ ele disse, mostrando a tamanha surpresa que essa confissão havia sido.
Depois de conversas e confissões, permaneceram no banco da praça neto e avó lado a lado, sem saber o que fazer; sem ter mais palavras para dizer.

Quando falei que a conversa surpreenderia e as confissões mudariam a opinião que todos tirariam antes mesmo de ler a história, eu me referia à foto.
Muitos poderiam achar que Jeferson era um criminoso pelo jeito de se vestir, e que a avó dele era só uma doce senhora envergonhada de ter um neto como ele.
Até onde vai o preconceito das pessoas?
Será mesmo que o jeito que nós vestimos, falamos ou até mesmo o jeito que usamos o cabelo, descreve realmente o que somos?
Porque os seres humanos julgam as pessoas pela aparência, sem ao menos conhecê-las antes?


terça-feira, 27 de abril de 2010

Música



A música tem um sentido, ou pelo menos já teve sentido um dia.
Ouvimos música para nós alegrar, para passar o tempo ou por muitos outros motivos, cada um tem o seu.
Mas não paramos para observar a letra da música, levamos mais em consideração o ritmo da música, se é mais lenta ou mais pesada, o estilo que nós deixa mais satisfeitos.
No tempo dos nossos pais, dos nossos avos e bisavós, a música tinha um sentido maior, lutava por uma causa, era feita para homenagear alguém.
Hoje no nosso tempo as letras da música mudaram muito, até mesmo o ritmo.
As letras da música de pagode a maioria só sabe falar mal da mulher.
E nas outras letras em geral falam do amor perdido, ou do amor que foi correspondido, como se todos fossem mal amados ou bem amados.
Mas não estou falando mal das músicas dos nossos tempos, não posso falar mal de músicas que eu e muitos ouvimos mesmo se a letra não tiver muito sentido.
Se forem comparar as letras dos pagodes e dos pop rock, sertaneja e outros estilos prefiro ouvir as músicas românticas, que muitas vezes são contos de fadas ou raros, do que um pagode que só faz falar mal da mulher, desde quando algumas tem sim o seu valor e caráter.

E vocês o que acham da mudança que a música teve do tempo dos nossos avôs para o nosso?

domingo, 25 de abril de 2010

Happy birthday eighteen years


Já sonhei um dia em ter dezoito anos, nas coisas que eu não faço que poderia fazer, na liberdade que possivelmente eu teria.
Mas depois que parei para pensar nas responsabilidades que eu teria, na nova rotina que viria junto com a maior idade, parei e pensei melhor.
Desses meus pensamentos, vontades, pós e contras, eu tirei uma conclusão.
Deixa as coisas acontecer no tempo certo, deixa as responsabilidades e chegando devagar, tudo um dia vai acontecer e acontecer no momento em que tivermos preparados para as novas responsabilidades que junto virão, quando estaremos capacitados para enfrentar uma nova rotina.
Acho que as pessoas são assim, querem tudo logo, rápido demais, e acaba não deixando as coisas acontecer naturalmente.
Crianças querem ser adolescentes e os adolescentes querem ser adultos.
Mas depois muito dizem o quanto queria voltar a ser criança, a ser adolescente, talvez essas pessoas cresceram rápido demais, não viveu no tempo certo cada coisa, cada avanço de idade e novas responsabilidades que vem junto, ou então por simplesmente lembrarem do quanto a vida era mas fácil quando eram crianças, até mesmo quando eram adolescentes, apesar dos pais pegarem no seu "pé" o tempo todo, eles sempre resolviam as coisas quando não estavam ao nosso alcance.
Agora não fico querendo ter logo dezoito anos, vivo as coisas no seu tempo, cada ano passa e eu junto com ele vou envelhecendo, não sei se o mundo está envelhecendo no tempo certo, com tantos estragos é difícil afirmar, mas eu sei que estou crescendo no tempo certo, e um dia o tão esperado dezoito anos irá chegar.


Contar ou não contar... Eis a questão



Contar ou não contar... Eis a questão.


Uma garota se ver em uma situação muito delicada, tem uma coisa para contar a sua melhor amiga, mais não sabe se é o certo. Ela estaria estragando a felicidade da amiga ou estaria fazendo para o bem dela?

Eram dez e meia da manhã, a sirene para avisar o fim do intervalo acabou de tocar, os alunos se dirigiram para as suas salas, exceto duas, Rafaela e Bruna, que decidiram ir ao esconderijo do colégio.
_ Amiga vamos logo, preciso te contar uma coisa._ disse Rafaela muito animada puxando Bruna pelo braço.
_ Calma amiga, assim você vai acabar me deixando sem braço. _ Bruna disse, enquanto corria e ria com a amiga.
Ao chegar Rafaela se sentou em uma das janelas e começou a contar o quanto estava feliz, enquanto Bruna via pela outra janela uma cena de ficar com a boca aberta.
_ Ele é lindo amiga, estamos juntos há uma semana e ele finalmente resolveu assumir para todos que estamos juntos, ele é o menino mais bacana que eu já conheci, dessa vez não vou me decepcionar como sempre.
Bruna ouvia a amiga, sem da muita atenção, a cena que ela estava vendo sim era motivo para fofocar.
_ E então Bruna o que você me diz._ ela disse tentando alerta a amiga que essa era a hora em que ela pedia mais detalhes, pulava de alegria.
_ E qual é o nome dele amiga. _ Bruna perguntou.
_ Felipe amiga._ ela respondeu se derretendo toda.
_ O Felipe do 1º ano?_ Bruna gritou, mais não era um grito de alegria, curiosidade, era um grito de espanto e no fundo ela estava pedindo para não ser.
_É amiga, ele é um gato NE.
_ Não, isso não pode está acontecendo._ Bruna disse sem saber quais palavras tinham saído da sua boca.
“E agora o que eu faço, conto ou não conto que enquanto ela se derrete, ele está se agarrando com uma garota nesse exato momento", Bruna pensou, olhando ainda mais para a cena a sua frente.
_ Amiga se você visse o namorado da amiga com outra, o que você faria?_ Bruna perguntou.
_ Se ela tivesse se derretendo como uma boba por ele, eu contaria, como eu ia deixar minha amiga fazer papel de idiota._ Rafaela respondeu a pergunta da amiga, sem entender muito o que estava acontecendo, ela saiu de onde estava sentada e quis saber o que tanto a amiga olhava pela janela, que nem prestou muito atenção nela.
Ela tentou ver, mas Bruna não deixou.
_ O que está acontecendo, me deixar ver o que tanto você observa._ Rafaela disse, tentando distrair a amiga para dar uma olhada.
_ Têm certeza que você quer ver?_ Bruna perguntou, antes de liberar a visão da janela, ela pediu muito para que a amiga não visse, pelo menos não até ela saber como contar, mas Felipe ainda estava aos beijos com a garota e Rafaela viu tudo.
_ Agora eu entendi o porquê da sua pergunta, e do seu espanto guando eu disse o nome dele._ Rafaela despejou como se a culpada de tudo fosse a amiga.
Depois de uma hora chorando o estresse passou, Rafaela pediu desculpas a Bruna, e as duas foi lá falar com o idiota do Felipe.
Ele ficou envergonhado, e aprendeu à lição, ele não ficou nem com uma e nem com outra, e as garotas da escola demoraram a cair novamente nas conversas dele.

P.S O que você faria se estivesse nessa situação, contaria ou não contaria?
Esse texto foi feito para a edição visual do bloinquês.

sábado, 24 de abril de 2010

Gabriela não quer pedi perdão -parte 5


Tinha chegado o momento de resolver as coisas, Gabriela não estava mais sentada no banco da praça, agora ela se encontrava em casa reunindo todos da família para contar que Mateus já sabia de tudo.
A reação de todos foi de surpresa e estresse, seu irmão Roberto, porém manteve-se calmo e sem nenhuma surpresa, pois ele e a irmã já haviam conversado e foi ele próprio quem pediu que ela contasse a verdade.
Em outro Lugar estava Mateus, a espera de todos na sala principal.
Quando todos estavam finalmente sentados, Mateus contou tudo o que havia acontecido, que Gabriela lhe contou toda a verdade, ele mostrou uma enorme raiva diante de todos, pois eles não contaram a ele, deixaram que ele soubesse por outra pessoa em vez de saber pela família.
Um encontro foi marcado entre as duas famílias, Mateus e Gabriela sabiam que eles tentariam separá-los, mas já haviam decidido lutar pelo amor deles.
O dia do encontro entre as famílias chegou, todos estavam nervosos, sem saber o que iriam dizer nesse jantar, e o pior o que diriam depois do jantar.
Como todos sabem nas famílias nobres como as deles, depois do jantar sempre era a hora da conversa, mais essa seria mais uma discussão do que conversa.
Depois do jantar todos continuaram mudos, até que um abriu a boca para dizer o que esperava há alguns dias.
_ Já sabemos o que aconteceu, então não é necessário remoer mais o assunto, mais não é conveniente que a minha filha continue sendo namorada do seu filho. _ o pai de Gabriela disse, olhando para esposa infiel e para o pai do filho dela.
_ O meu filho não tem culpa de nada, eu e sua esposa nós amávamos._ o pai de Mateus disse.
_ Mas eu concordo com a sua decisão._ ele completou.
A conversa foi longa, levaram a noite toda entre discussões, assuntos que eram discordados e concordados.
Já era onze horas da noite quando a reunião acabou, o pai de Gabriela a chamou, disse a Roberto que ele sempre seria filho dele apesar de não terem o mesmo sangue e enquanto a esposa infiel ela só ficaria na casa dele até que ele comprasse outra para ela.
O pai de Mateus não gostou da idéia do filho morar com o rival, já que agora todos sabiam do ocorrido ele deveria ficar com ele, junto com o filho Mateus, assim que ele encontrasse outra casa para ele morar, os filhos poderiam ir junto.
_ Roberto a decisão é sua, mas enquanto a Gabriela a decisão está tomada._ o pai de Gabriela disse.
_ Não pai eu não vou permitir que decidam por mim o que é melhor._ ela quase gritou enquanto tentava soltar o braço das mãos do pai.
_ Garota obedeça ao seu pai, você acha que meu filho vai me responder como você._ o pai de Mateus disse, tentando ironizar que Gabriela não foi bem criada.
_ Não papai, eu não vou me separar de Gabriela, você foi proibido de viver ao lado do seu amor e veja só no que deu._ ele disse ao pai, se colocando ao lado de sua amada.
Mas discussões começaram, passando-se mais uma hora, quando o badalar da meia- noite soou na sala todos se alertaram do tempo que passaram discutindo, vidas que não eram suas.
Decidiram então que Gabriela e Mateus decidiriam se ficariam juntos ou não, que Roberto decidiria com que iria morar e que eles iriam cuidar só do que diziam respeito a eles.
Passou-se um mês e quase tudo se resolveu, Gabriela e Mateus ficaram juntos, o pai de Gabriela conheceu outra pessoa e foi muito feliz.
O pai de Mateus resolveu se casar com a mãe do seu filho fora do casamento.
Roberto resolveu morar sozinho, indo sempre visitar as suas duas famílias, foi quando em uma das visitas ele conheceu o amor da sua vida.
Mateus continuou morando com a mãe, mesmo depois de ela ter se casado de novo, afinal não demoraria muito para o fim do ano, quando ele e Gabriela se casariam.
No fim do ano aconteceram dois casamentos, o de Gabriela com Mateus, e o de Roberto com a sua amada.
As duas famílias ainda brigavam um pouco, mas as coisas foram se acertando com o tempo.
E aqui acaba a história de Gabriela, em uma linda noite estrelada, repleta de casais apaixonados, prontos para um novo dia, quem sabe com uma nova história, mas uma história sem traições, uma história onde as vidas de cada um serão contadas com felicidade.
Sobre o texto  
O texto ficou um pouco grande,
apesar de eu ter resumido, mas
como era a última parte, eu resolvi
posta logo tudo, chega de mistérios.
Talvez eu criarei uma nova história, com
outros fatos sobre Gabriela e os
personagens, antes ou depois de tudo 
ser resolvido, sempre se tem mas mistérios.
Mas esse é um projeto para ser pensado.
Espero que tenham gostado.
     

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Aquela canção


Era uma tarde de domingo, e como de costume eu ia no meu cantinho secreto, onde eu parava para pensar no que fiz de certo e errado, para tentar corrigir, onde eu ficava simplesmente ali respirando bem fundo.
Mas aquele lugar só foi secreto até esse dia, quando cheguei tinha um garoto, tipo o príncipe encantado, o garoto perfeito, ele estava tocando violão quando percebeu que eu estava ali, a admirar não só o som, mas a pessoa que fazia o som.
_ Pensei que só eu conhecia esse lugar._ ele disse, dando aquele sorriso meio torto típico do garoto perfeito.
_ Eu também pensei o mesmo._ eu disse quase corando, as palavras saíram bem baixas.
_ Você também pensou que só eu conhecia esse lugar?_ ele perguntou, não sei se em tom de zombaria, ou em tom de quem quer fazer amizade.
_ É claro que não, eu achei que só eu conhecia esse lugar._ eu respondi.
_ Espero que mas ninguém conheça esse lugar, ele vai ser o nosso cantinho especial agora._ ele disse fazendo sinal para que eu me sentasse ao lado dele.
Eu não falei nada e apesar de não ser muito conveniente eu me sentei, ficamos toda a tarde ali sentados, entre conversas e canções, risos e silêncio.
Aquela tarde para mim foi o suficiente para conhece-lo, aquele rostinho bonito não podia negar o cara legal que ele era.
Continuamos a nós encontrar ali por um mês, até que um dia, o dia mais especial de todos para mim, ele tocou uma canção e disse que foi feita para mim, começamos a namorar daquele dia em diante.
As nossas tardes passaram a ser melhor do que sempre foi, mas não durou muito, toda aquela felicidade acabou em quatro meses, quando eu descobrir que ele não era o cara legal que sempre achei.
Foi em um dia de sábado, resolvi ir lá para ficar um pouco só, e tentar criar uma poesia para ele, já que eu não era tão boa em canções, quando cheguei lá notei o quanto eu me enganei, primeiro ele me disse que só ia lá aos domingos, mas talvez ele tivesse resolvido ficar só como eu, mas isso se ele não estive cantando aquela canção para outra garota e dizendo que fez especialmente para ela.
Fui embora sem conseguir criar nenhum barraco, nunca fui boa nisso, alias eu não era boa em quase nada, mas se tinha uma coisa que eu sabia era me decepcionar, o cara legal, não tinha nada de legal, aquele canção, não era a minha canção e nem meu  lugar secreto, era tão secreto assim.

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P.S. Nunca aconteceu nada parecido comigo, mas dessa história, que apesar de ser uma ficção, acontece na realidade, podemos tirar uma lição que é muito conhecida mas nem sempre levamos a sério," Quem ver cara não ver coração".
Foto retirada daqui.




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Dia 3: Programa de Tv Favorito



Falar sobre um programa de tv favorito é díficil, principalmente agora que estou assistindo muito televisão, então não vou nomer um favorito e sim falar das coisas que eu assisto e não perco um só dia.

Malhação id é uma das coisas que eu amo assistir, não perco um dia e quando não dá para assistir por motivos maiores, corro para internet quando estou com tempo livre para assistir.

Isa tk+ eu gosto de assistir também, não assistir a primeira temporada do ínicio, mas estou ligada na segunda, as músicas e os romances são demais.

Essa semana comecei a assistir a novela escrito nas estrelas, até agora não achei nada que não me fizesse deixar de gostar, por isso não posso afirmar que é minha novela favorita, mas eu também não perdi um dia desde que começou.

E para finalizar a nova série da nick Big Time Rush, começou a ser exibido ontem e eu curtir bastante, porque eu gosto dessas novelas e séries que tem muita música.

Fala ai se tem algumas dessas novelas e séries que eu assisto que vocês curte, se não gosta de nenhuma me fala uma que vocês gostam, assim fica a dica para eu ver se gosto também.

P.S. Perdão pelo desaparecimento, mas a net não estava colaborando esses dias.

sábado, 10 de abril de 2010

12ª edição visual bloínquês


Eu me sentia completamente estranha naquele lugar que não era o meu mundo.
Um lugar que para mim era estranho, por ser diferente de todos os outros lugares.
Imagine a menina que sonhava em morar em Paris, que fazia inúmeras viagens para Madri e Nova Iorque e agora se via morando em uma fazenda, nem era uma fazenda, na verdade era um pequeno sítio.
Meu mundo caiu quando a empresa de meu pai faliu e junto com ele foi todos os meus sonhos, minha popularidade, toda a minha vida social estava perdida.
Já havia se passado dois meses desde que tive que vim morar aqui, nesse lugarzinho que é menor que um acampamento de férias; e eu só tinha um amigo, o único que me tratou diferente dos outros, que conseguiu me entender, sem me achar estranha, mais eu estraguei tudo, talvez todos tenham razão as pessoas da cidade são realmente estranhas por não darem valor ao que realmente importa.
Eu estava tão triste com as viagens que perdi, com as pessoas caçoando de mim, que quando ele me pediu para ter calma eu gritei para que todos ouvissem " VAI CAPINAR, NÃO É ESSA A ÚNICA COISA QUE VOCÊS IDIOTAS SABEM FAZER".
Depois disso sai correndo chorando, e por incrível que pareça agora a minha tristeza era por ter perdido o meu único amigo, agora eu estava realmente sozinha.
Liguei para a casa dele várias vezes, deixei milhares de mensagens no celular e ele não me deu resposta, então eu decidir que iria me isolar de vez no mesmo rio em que o conheci eu iria aprender a ser sozinha.
Todos os dias eu ia chorar em frente o rio, me lembrava dos momentos em que ele me acolheu nos seus braços, me lembrei que já tinha uma semana que eu não o via; que ele não ia para a escola.
"Agora eu estou sozinha nesse lugarzinho” _ eu pensei, lágrimas corriam nos meus olhos, gritos mudos saiam da minha garganta, eu esmurrava o chão com tanta força que fiz um buraco na terra.
"BURRA, BURRA"._ eu gritava só para me destruir ainda mais.
“Vem comigo, eu te perdôo” _ eu o ouvir dizer, mas pensei que era só o que eu queria ouvir, que era ilusão.
Eu levantei para me certificar de que tudo era uma ilusão, e ele pegou na minha mão e disse, “senti falta das nossas tardes aqui".
Era ele, a mão dele, a voz dele, não era ilusão, era o meu amigo que veio me buscar, que me perdoou, e que me fez ser feliz de novo.
Ficamos ali sorrindo como bobos, apertando as mãos por um longo momento, eu não queria esquecer como a mão dele era quentinha, como o sorriso dele era lindo.
Eu não queria esquecer, porque se eu me esquecesse podia perdê-lo de novo, e eu não queria, porque mais que morar em Paris ou viajar para Madri, eu queria está ali ao lado dele, era tudo o que eu precisava agora.
Dele e de mais nada, só ele poderia me fazer feliz.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Escondida em algum lugar...


Esse foi o último diálogo que tive com meus pais antes de ser jogada para fora da minha própria casa, e ser enviada para um colégio interno, onde seria o meu novo lar.
_ Jennifer isso são horas de chegar em casa?_ gritou a mãe dela como sempre.
_ Essa garota quer acabar com a gente, não ver que nós deixa preocupados quando ela sai desse jeito, sem avisar para onde vai, que horas vai chegar._ o pai dela disse, resmungando.
Não sei se posso chamar isso de diálogo, era a única coisa que meus pais não tinham em relação a mim, eles sabiam reclamar das minhas roupas, das minhas atitudes, mas nunca souberam como me dar carinho.
Essa viagem foi um jeito que eles arranjaram de se livrar de mim, meu pai sempre vivia falando que um colégio interno seria a melhor solução para curar as minhas crises de adolescente.
Ao contrário do que eles esperavam eu iria viajar sem reclamar, ficaria na escola que eles sempre sonharam para mim.
Peguei minhas malas coloquei no porta malas do carro e me sentei no banco de trás sem fazer nenhuma reclamação, dessa vez até o cinto de segurança eu coloquei, sem que eles precisassem ordenar.
Chegando na rodoviária entrei no ônibus sem me despedir, afinal não faria diferença alguma para eles.
Quando cheguei na escola todos me olharam diferente, com certeza meus pais já haviam me difamado na escola, mas isso não ficaria assim.
Depois que fui encaminhada para o meu quarto peguei papel e caneta, comecei a escrever naquele estante o que eu nunca tive coragem de falar.
Queridos pais,
Obrigado por terem adiantado para os meus futuros colegas que eu era uma garota que se vestia diferente, e que gostava de aprontar por ai, mas sabe de uma coisa, tudo o que faço é para chamar a atenção de vocês.
Porque só sou notada quando me visto diferente dos outros, vocês só se preocupam comigo quando eu sumo sem avisar para onde vou.
Tudo o que faço é para que vocês prestem mais atenção em mim, e se sitam preocupados pelo menos uma vez, coisa que nunca fizeram.
Escondida em algum lugar por trás das minhas roupas e atitudes, tem uma adolescente que sabe ser amiga, que tem seus medos, e que precisa muito da atenção e do carinho dos pais.
Espero que agora estejam felizes sem mim por perto, que eu estarei bem tentando mostrar aos meus colegas a verdadeira Jennifer.
Beijos de sua filha.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Gabriela não quer pedi perdão -parte 4


Depois que se sentiu preparada, Gabriela ligou para o seu amado e marcou um encontro.
Ela foi nesse encontro com o coração apertado, sem saber se ele iria te ouvir ou se iria dizer que tudo acabou entre eles, que já era tarde demais para explicações.
Quando Gabriela chegou ao local marcado lá estava ele a sua espera, ela não acreditou muito até que ele acenou e chegou mais perto, ele continuava igual, aquele olhar lindo, o sorriso torto e como sempre muito educado, umas das qualidades mais admiráveis que ele tinha.
_ Oi, sente-se aqui. _ ele disse enquanto puxava uma cadeira.
_ Oi._ Gabriela disse, enquanto suas pernas tremiam.
Ela mal conseguiu alcançar a cadeira sem que ele desse uma ajuda, depois que eles se sentaram um silêncio enorme ficou entre eles, quando Gabriela resolveu falar tudo, mas com calma.
_ Eu preciso te contar uma coisa, alguns segredos que talvez explique algumas coisas._ ela disse muito nervosa.
_ Estou ouvindo, pode começar a contar._ ele disse, depois ficou calado não disse nem uma palavra, enquanto Gabriela começava a contar.
_Eu descobrir que meu irmão na verdade não tem meu sangue, nós não somos irmãos, é muito difícil te contar tudo isso; sei que isso não é uma boa explicação, mas é porque o que realmente eu tenho que te contar é mais difícil para mim, é muito complicado._ Gabriela contou a ele quase tudo, as lágrimas começaram a escorrer nos olhos antes que ela terminasse de contar, ela respirou por um tempo e continuou.
_ Você é irmão da pessoa que eu sempre achei que na verdade fosse o meu irmão, fiquei sabendo naquele dia e por isso não fui ao nosso compromisso, e também por isso que eu sumi da sua vida._ ela despejou tudo o que tinha para falar rápido demais, deixando seu namorado sem reação por um momento.
_ Como assim, não tem como, acho que você deve ter sonhado isso, confundido, deve ter algumaexplicação melhor, seja mais criativa, ou então me conte a verdade._ ele disse com um sorriso meio debochado, a revelação foi forte demais, por isso ele preferiu acreditar que o seu grande amor estava pela primeira vez mentindo para ele ou então estava ficando louca.
_ Não é verdade, vou te contar como tudo aconteceu, depois você pode ir embora se quiser, ou tentar descobrir se estou falando a verdade ou se estou mentindo, mas, por favor, me ouça._ ela pediu, olhando para ele com o coração desesperado, as mãos estavam geladas, as pernas tremiam e para piorar ele não respondeu nada, mas continuou ali, e Gabriela começou a contar antes que ele fosse embora.
_ Depois que minha mãe morreu meu pai se casou de novo, foi um casamento arranjado, mas com o tempo veio a felicidade, um filho, mas esse filho foi fruto de um romance que a minha madrasta teve com o seu pai.
Minha madrasta e seu pai tiveram um grande amor quando eram da nossa idade, mas os pais deles proibiram por serem de famílias tão diferentes, então ela foi embora com a família dela, mas anos mais tarde quando ela voltou para se casar com o meu pai, reencontrou o grande amor da vida dela, o seu pai, e então nasceu o seu irmão, que eu sempre pensei que era meu.
_ Isso não pode ser verdade, como o meu pai teve coragem, talvez seja por isso que ele e minha mãe estejam em crise nos últimos dias, o segredo veio a tona e eu fui o último a saber._ ele disse enfurecido, por um momento toda a sua educação desapareceu, ele esmurrava a mesa sem parar.
_ Eu também ficou sem querer acreditar, mas é verdade, preciso que acredite em mim. _ Gabriela disse, tentando fazer com que ele parasse de esmurrar a mesa.
_ Preciso resolver isso, depois a gente se fala._ ele disse enquanto dava-lhe um beijo no rosto.
_ Mateus, por favor, antes de ir me diga se acredita em mim, se me perdoa._ ela disse de longe, Mateus voltou e disse bem baixinho no seu ouvido.
_Eu acredito em você e não tem nada para perdoar, eu nunca estive magoado com você, só com saudades meu amor._ foi tudo o que ele disse antes de ir embora.
Gabriela ficou por um tempo sentada em uma praça próxima a sua casa, antes de decidir ir.
Enquanto isso Mateus estava a espera de sua mãe para resolver tudo, para que ela te confirmasse o que agora ela não poderia omitir, pois já tinha atingido as duas famílias, e ele como parte dela tinha o direito de saber a verdade.

 Sobre o texto      
Esse texto é a continuação do grande mistério,
que Gabriela escondia, mas não acabou por ai,
em breve a continuação da parte 4, o que
será que aconteceria agora, entre as famílas e
entre o amor de Gabriela e Mateus? 
Para que não acompanhou a história:
Parte 1 aqui; Parte 2 aqui, Parte 3 aqui.   

Novo selinho + mistérios


Ganhei esse selinho do blog amida da moda, que chique em?
Visita o blog aqui, e ver os sorteios, dicas e muitas outras coisas legais que tem lá.
Além de a dona do blog a Kinha, ser uma fofa e receber todos os seus leitores muito bem.
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Mas tarde tem mais mistérios, não percam hoje revelarei o resto do segredo de Gabriela e a família bôscoli,se você não tem nem noção do que eu estou falando clica aqui e ler a história.
bjos e até o próximo post.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O dia em que conheci a verdadeira felicidade


Eu não podia imaginar o quanto abrir as portas do meu coração para uma nova amizade poderia me trazer de volta a felicidade, conhecer aquela garota estranha como eu, não foi como conhecer qualquer pessoa, ela não trouxe consigo qualquer felicidade e sim a única e verdadeira felicidade.
Desde que eu perdi a confiança nas verdadeiras amigas, deixei de acreditar em felicidade, achei que era impossível ser feliz desde quando eu só atraia pessoas que se diziam minhas amigas e depois no melhor da vida, quando eu já há considerava como a irmã que eu nunca tive, ela simplesmente destruía a confiança que eu tinha, levando junto com ela o meu lado feliz, deixando-me em uma escuridão que fechava o meu coração, impossibilitando que outras amizades chegassem.
Recuperei-me de todas as outras amigas que nunca foram o que eu sempre achei que eram, mas a última trancou o meu coração com sete chaves, descobri que se em cinco anos não conseguia construir uma amizade verdadeira, como eu poderia então construir em um dia.
Mas naquele dia no parque, a minha rotina de ficar parada por horas naquele balanço me destruindo ainda mais enquanto me lembrava dos momentos que eu passei ali com ela (sim ela, é assim que me refiro, para não me magoar ainda mais).
Uma sombra que lembrava a mesma estatura do meu corpo apareceu de repente atrás de mim, eu sabia que não era eu, pois não tinha enlouquecido a ponto de achar que a frente do meu corpo refletia atrás de mim.
Tudo se tornou mais real quando vi a mão branca tocar no balanço delicadamente, enquanto começava a me balançar pouco a pouco, naquele momento as portas do meu coração começou a tentar se abrir desesperadamente, apesar de todas as trancas elas estavam sendo rompidas pouco a pouco.
Quando a felicidade havia tomado conta de mim por completo, olhei para trás e vi uma pessoa semelhante a mim, ela era completamente igual a mim, a minha cópia no espelho.
Logo atrás dela estava uma moça que aparentava ter seus 40 anos, tinha cabelos ruivos, pele clara e olhos cor de mel, exatamente como os meus e o da garota a minha frente só que um pouco mais velha, como se fossemos nós no futuro, aquela moça era a minha mãe, aquela que me criou desde pequena, mas a garota eu não tinha noção de quem era, e eu concluir que estava chegando a loucura, quando minha mãe interrompeu minhas nuvens de pensamentos e disse sem nem me dar tempo para respirar e colocar as idéias no lugar.
_ Ela é sua irmã querida, portanto ela é minha filha._ minha mãe soltou rápido demais me fazendo ficar muda por um longo momento.
_ Mas como assim ela é minha irmã, pensei que estivesse ficando louca e que essa era uma cópia de mim que eu pensava ser real, calma mãe, acho que você também é uma miragem e que estou mesmo louca._ eu respondi embolando as palavras de tão loucas e confusas que elas eram.
_ Não querida ela é sua irmã gêmea, eu estive todo esse tempo a procura dela, mas não te contei nada para que não alimentasse esperanças sem ter a certeza de que eu há encontraria._ minha mãe disse, fazendo um gesto para que nós chegássemos mais perto.
Eu e minha irmã corremos e nós abraçamos por um longo momento a felicidade entrando em mim e passando por ela, como se fossemos uma só, não duas idênticas.
Foi depois daquele dia que conheci a verdadeira felicidade, e a verdadeira amizade.
Nós duas juntas com o nosso estranho jeito de ser mostramos que irmãs não têm que brigar; que irmãs podem ser amigas e as melhores que existem; aquelas que não deixam a amizade terminar com o tempo.
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Sobre o texto: Feito para o blorkutando e o projeto mil palavras, fala sobre amizade, felicidade,irmãs. Imagem retirada desse site aqui. Comentem a vontade, espero que gostem e me desejem boa sorte.

sábado, 3 de abril de 2010

Gabriela não quer pedi perdão -parte 3


O que o amor da sua vida acharia de o irmão da sua namorada não ser irmão de verdade, e o pior de tudo descobrir que na verdade ele é seu irmão?
Será que namorar a irmã de criação do seu irmão seria conveniente, desde quando as suas famílias eram muito reservadas e rigorosas?
O medo de Gabriela crescia cada vez mais, só em pensar nas respostas para essas e outras infinitas perguntas que cercavam a sua cabeça.
A cada dia que passava Gabriela ficava mais triste, e a vontade de viver já não estava mais presente nela.
Ao perceber a tristeza da irmã, Roberto que descobriu que não era mais seu irmão e havia pedido segredo resolveu ir conversar com ela, já prevendo o rumo da conversa, decidiu que iria fazer o que fosse melhor para ela naquele momento.
Ele bateu na porta e esperou pela permissão da irmã, ela levou algum tempo até que deixou que ele entrasse.
_Preciso falar com você?_ele disse se sentando na cama.
_Pode falar, ainda somos irmãos não somos?_ ela disse.
_É claro que somos; nada vai mudar, para mim você sempre vai ser a minha irmãzinha querida._ ele disse acariciando o cabelo.
_Você está muito triste, sei que é porque não contou a seu namorado o que aconteceu de verdade._ ele continuou.
_É, os segredos revelados me abalou. _ ela respondeu chorando.
_ Nem sei se ele se considera meu namorado depois do que aconteceu._ ela disse chorando ainda mais.
_Vou te pedir uma coisa e quero que você faça._ Ele disse, enxugando as lágrimas da irmã.
_O que você quer que eu faça? _ ela perguntou, terminando de secar as lágrimas que restará no canto dos olhos.
_ Ligue para seu namorado e conte tudo a ele, não esconda nada._ ele disse sorrindo.
_ Mas é a sua vida, a sua história, como eu posso contar?_ Gabriela disse, se recusando a contar.
_ Eu só quero o que é melhor para você, conte tudo ou então eu contarei.
_Então eu contarei, mas espere um pouco até eu saber como contar._ Gabriela pediu ao irmão.
_ Ok, mais conte logo, não quero ver você sofrendo, minha irmã querida._ ele disse enquanto se levantava da cama e dava-lhe um beijo no rosto, antes de sair do quarto e fechar a porta.

 Sobre o texto                  

A continuação do texto 2 como prometido,
aguardem que em breve terá a parte 4.
Veja a parte 2 aqui, espero que estejam gostando.


30 dias _ dia 2 ~>Livro favorito

Eu já tinha falado aqui no blog, sobre o projeto 30 dias, e hoje eu vou postar o tema do dia 2, eu achei realmente uma ótima idéia e estou seguindo a tabelinha, sempre quando der posto o próximo tema da tabela.

                                      Meu livro favorito


Dos livros que eu já li, dos que eu lembro que eu já li, o meu favorito é o livro A marca de uma lágrima, já li muitos outros que gostei, mas o que ficou sendo o meu favorito número um é esse.
Sobre o livro: O livro fala sobre Isabel, o grande amor dela está namorando com a sua melhor amiga, a diretora da escola foi assassinada e Isabel é a única testemunha, esse livro tem 176 páginas, e está custando R$ 25,00(vinte e cinco reais) no submarino. Veja aqui.
Minha opinião sobre o livro: Eu gostei muito desse livro, fala sobre amor e amizade, e ainda tem um assassinato envolvido para deixar a história mais fascinante.
É uma história de amizade muito linda, aquelas amizades que existe entre poucas pessoas, além daquela pitadinha de história de amor que a maioria gosta.
Esse livro é nota 10 e eu recomendo.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Meu terceiro texto para o capricho fic


Tema proposto: O que realmente aconteceu naquele verão maluco(entre ele e eu).

Ninguém sabe o que realmente aconteceu só ele e eu, mas estou cansada de esconder, cansada de deixar que as pessoas entendam tudo errado, por isso resolvi contar para todos de uma vez por todas, não posso deixar que as aulas comecem e já tenham boatos a nosso respeito para espalhar, até para aqueles que não sabem de nada sobre mim, os novatos.

Aquele foi o verão mais louco que eu já passei em toda a minha vida, primeiro a minha mãe liberou a casa de praia sem fazer nenhuma reclamação ou sem ditar nenhuma regra.
Segundo, lá estava à pessoa que eu menos esperava; o meu primo de segundo grau, já fazia um bom tempo que a gente não se via, desde que ele começou a namorar a chata da Carla.
As férias não foram nada agradáveis, essa era a primeira de todas as férias que deu tudo errado, eu paguei vários micos, fui julgada, discriminada e tudo isso porque meu primo resolveu aparecer e a namorada dele resolveu ir junto.
Quando as férias acabaram eu pensei que tudo ia voltar ao normal, que eu ia passar a ter a minha vida de antes, sempre feliz e bem acompanhada, mas infelizmente não foi assim.
As férias acabaram e eu continuo sendo julgada e discriminada, mas isso não vai ficar assim, chegou a hora de contar a verdade, para que esconder uma coisa que se for revelada só vai me fazer bem, não vejo motivos para isso, por mais que ele tivesse me pedido inúmeras vezes para não contar o que realmente aconteceu no último dia de verão que passamos juntos.
Ele havia terminado com a namorada, estava super mal e eu aceitei, mas não posso mais aturar ela dizendo que eles terminaram porque de mim, desde quando eu não fiz nada, a única que não é nenhuma santa nessa história é ela, e eu estou sendo considerada a destruidora de namoros, a rouba namorado número um, e a pega primos, não dá mais.
A verdadeira história é que ela estava ficando com o que se dizia primo dela, e na verdade eles não são e nunca foram primos, eles sempre foram amantes, e eu naquele fim de tarde não estava ficando com meu primo, eu estava consolando ele.
E por vergonha e medo do que fossem falar ele me pediu para que eu não contasse, eu prometi e não posso descumprir, mas quem disse que eu não posso alterar alguns detalhes assim como ela fez, eu vou dizer a todos que o que aconteceu naquele verão foi que ele terminou com ela porque não agüentava mais o jeito patricinha dela e ela para se vingar ficou com o primeiro que ela viu, e esse alguém era primo dela, então para concluir o meu discurso falarei que a única pega primo é ela, e então meu primo terá que concordar comigo e tudo irá se resolver, eu vou ficar bem, ele também e a Carla vai pagar pelas suas mentiras.
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P.S. Texto feito de última hora, ficou meio louco, acho que não tenho chances, mas queria participar e fiz o texto.Essa história é ficção, não tem nada a ver comigo.
Se quiser ver o primeiro texto clique aqui e para ver o segundo clique aqui.

Que tal um layout só seu?


Quer um layout só seu? Mas não sabe e nem tem tempo para fazer aquele layout super lindo?
Seus problemas acabaram, tem uma promoção que é super legal.
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Vamos ajudar também



Entrei no blog papo delas hoje, e tinha um post falando sobre um rapaz chamado Fábio, que ficou tetraplégico e criou um blog contando sua história, lá também tem a conta do banco para quem quiser ajudar ele a realizar o sonho de ir para San Diego para participar de um projeto chamado Project Walk.
A história dele é realmente comovente, mas também ensina que é importante lutar para realizar nossos sonhos, enfim cada um ajuda como pode divulgando, apoiando, doando e assim por diante.
Tem várias formas de ajudar, e assim como a Erica que postou no papo delas, e eu vi o post e estou falando aqui no meu blog, vocês também pode contar para os amigos, divulgar no seu blog, e assim vai está ajudando e acompanhando a história dele de perto.
Visitem o blog dele aqui, conheça a história dele melhor, as barreiras que ele enfrentou, as coisas que ele conseguiu, a luta que ele está para realizar o seu sonho, seus objetivos desde 2006, quando aconteceu o acidente, passe para os amigos, divulgue no blog, se poder doar alguma quantia doe, faça o que você poder para ajudar, e vamos ver o sonho do Fábio se realizar.