segunda-feira, 28 de junho de 2010

Dia 8: Uma foto que te deixe triste ou irritado



Essa foto não me deixa triste ou irritada.
Me deixa triste e irritada ao mesmo tempo.
Triste por ver essas crianças desnutridas, com fome e seus pais sofrendo junto por não poderem fazer nada.
E irritada por ver que tem gente que tem tudo o que essa crianças queriam e não aproveitam, ainda esbanjam dinheiro com besteiras.


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Ele enlouqueceu na copa ou já era louco?


Ano 2010, mês de junho, copa do mundo, amanhã tem jogo do Brasil, foram esses os pequenos detalhes que me fez lembrar de uma situação bizarra que aconteceu a quatro anos atrás.
Apesar de eu ser considerada a estranha do bairro, com roupas e atitudes que soam como loucura, não sou eu o personagem principal dessa louca história, eu sou só uma pessoa que se lembrou de um fato.
Na copa de 2006 todos estavam preparados para o jogo do Brasil, aquela loucura costumeira era o que se via na maioria dos rostos suados dos meus vizinhos, mais um em especial estava totalmente quieto, não deu um grito até o fim do jogo, todos usavam suas gargantas o máximo que podiam para gritar e soar suas vuvuzelas, até que no fim do jogo a decepção, a derrota do Brasil, não me lembro de muitos detalhes dessa copa, ou melhor não me lembro de detalhes de copa nenhuma, pelo menos em relação aos jogos, tudo o que eu mais queria era o fim dos jogos para que tudo voltasse ao normal, filmes a tarde na televisão, e o máximo de silêncio nas ruas, nada de fogos de artifício, nem gritos de gol.
O único detalhe que eu ainda tinha guardado no subconsciente do meu cérebro foi a derrota do Brasil, não que eu tenha ficado feliz, mais porque enquanto todos se calavam diante da derrota, o único que permanecia em silêncio deste o início do jogo, levantou- se de supetão, foi até o armário mais próximo citando uns palavrões e pegou uma marreta, "Eu vou acabar com isso agora"_ ele gritava.
Todos se assustaram pensando que ele queria acabar com a própria vida, correram até a frente da casa onde ele ficou, parado por alguns minutos, ele continuava a dizer aqueles palavrões, uns piores que os outros, quando finalmente ele parou de usar aquelas palavras indecentes, ele gritou “Prestem atenção todos vocês, que eu vou acabar com a vida dessa seleção imprestável".
Dito isso ele bateu com a marreta no muro da entrada de sua casa, onde tinha desenhado a caricatura dos jogadores da seleção brasileira, e uma bandeira gigante desenhada bem atrás.
Se passado uma semana o pobre coitado, estava a levantar novamente o muro que ele havia destruído.
Eu nunca entendi o porquê daquilo, um homem tão calmo e concentrado como ele.
Agora me pergunto "Será que ele enlouqueceu na copa ou já era louco?"
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Nessa história só o fato do homem ter quebrado o muro é verdade.
A garota era eu ,mais eu não sou a estranha do bairro, até mesmo porque o fato ocorreu na casa do vizinho de um primo meu, e essas frases ele não disse, eu acrescentei para dar emoção a história.
Imagem para representar a garota estranha que se lembrou do fato.Você pode encontrar essa imagem aqui.

domingo, 20 de junho de 2010

Essa Distância que nos separá


Depois de anos lutando por uma causa que eu nem tenho certeza se vale mesmo a pena, eu começo a sentir a dor da distância e da saudade, já fazia mais de quatro meses que eu não recebia nenhuma carta, e agora que a recebi sinto que aquela dor só aumenta dilacerando o meu coração.
Eu esperava por uma carta de amor, como era de costume da minha doce Julieta, mais agora ela era como um doce de tamarindo, doce no começo e azeda no final, de certa forma algo me dizia que um dia chegaria a carta escrita pela Julieta mais azeda.
As palavras dela martelam na minha cabeça repetidas vezes.
"Querido Eduardo,
Essa Distância que nos separá, já não dá mais para aguentar, vivo de cartas que nem sempre chegam.
De cartas enviadas que nem sempre tem respostas, não posso saber onde você está; o que me deixa mais aflita toda vez que passa no noticiário soldados a morrer.
Já tem anos que você está a lutar por uma causa que eu considero impossível de ganhar.
Não sei se terei retorno a está carta, sei também que ela foi curta e azeda, mais tente ao menos, me dizer se um dia poderei te ver de novo, se vai ser impossível poder te dizer pessoalmente um eu te amo, ou se você irá se realistar e me deixar sozinha por mais alguns anos para lutar em nome da sua tão querida amada pátria.
Beijos, Julieta”




domingo, 13 de junho de 2010

A história do dia doze de junho


Hoje é dia doze de junho, o famoso dia dos namorados, e eu estou aqui sozinha na estação de trem, a observar um casal se despedindo.
Eu conseguir ver e ouvir tudo, primeiro eles deram um longo beijo apaixonado, as lágrimas se misturavam nos seus lábios.
Ela dizia o quanto ia sentir saudade dele, se não tinha jeito de ele ficar.
Ele a apertava cada vez mais forte e dizia que não era escolha dele, dizia também para ela não se preocupar, que ele ia dar um jeito para eles ficarem juntos.
Você se lembra do nosso lema não é, ele sussurrava no ouvido dela, e os dois disseram juntos "o nosso amor é como o vento, não posso ver, mas posso sentir".
As lágrimas perduraram por mais alguns minutos, entre beijos, abraços e recordações.
O trem dele estava à espera, prestes a partir, e como algemas que juntavam as duas mãos eles permaneciam, sem se soltar, eles tentavam mais não conseguiam, era um amor tão forte, tão grande, que parecia até cena de filme, mais era tudo real e eu estava presenciando cada ato, cada frase deles.
Por fim quando eles conseguiram se soltar, ele correu para a janela mais próxima do seu vagão e gritou “Por onde quer que eu vá vou te levar pra sempre", em seguida soltou um beijo ao vento, que ela pegou e guardou no seu coração, como o tesouro mais precioso do mundo.
A história desse casal me comoveu, por isso escrevi essa história, voltei várias vezes a estação de trem para ver se encontrava o casal, mais já se passaram seis meses e nada, talvez eu tivesse chegado tarde demais para ver, ou então eles ainda estão a se amar cada um de uma cidade.
Mais essas são só algumas suposições, não sei o que aconteceu depois, por isso o fim da minha história acaba sem um final feliz, acaba com um casal a chorar, sem querer se separar.

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Texto feito para as edições visual, musical e conto/história do bloínques.
Essa história é totalmente fictícia, não sou eu a personagem principal, eu me consideraria como a narradora, não que eu já tenha visto essa cena, mais porque a história passou pela minha cabeça e eu narrei.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Simplesmente você


Hoje eu vejo que foi simplesmente você que mudou a minha vida.
Quando eu estava triste você fazia de tudo para me alegrar.
Quando eu chorava você sempre tinha um lenço para secar minhas lágrimas.
Mesmo eu estando em constante crise,
sendo abandonada por todos porque eles não conseguiam me entender,
foi você o único que continuou ao meu lado e conseguiu ver lá dentro o que estava acontecendo.
Agora eu não só vejo, mais também sei e aceito que minha vida se resume no que eu passei com você.
Se agora eu consigo sorrir e fazer alguém feliz é por você.
Se em vez de chorar eu consolo os outros para que não chorem, também é mérito seu.


P.S Pauta para o bloínquês. Ficou bem simples o texto.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Miranda Cosgrove _ Música do dia



A música do dia de hoje é "Kissin'U" da Miranda Cosgrove.
O clipe é perfeito, muito lindo e a música também é linda.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Amor Imortal


No silêncio mortal, todos os detalhes de repente se encaixaram, numa explosão de intuição.
Foi exatamente assim que tudo aconteceu naquele momento.
Eu estava sozinha tirando fotos da torre Eiffel, um silêncio enorme me cercava, chegava a ser assustador.
Percebi que não era comum aquele vazio, exceto quando lendas se espalhavam pela cidade.
Lembrei-me dos boatos de que um homem pálido, dos olhos castanhos claros, andava rondando a cidade, a procura de suas vítimas, e quando as encontrava o desejo de sangue era maior do que a missão de trazer novos aliados para o clã, que iria passar por uma guerra futuramente.
De repente, mesmo que tudo aquilo não passasse de lendas bobas para mim, tudo começou a se encaixar de uma maneira estranha, sentir um cala frio daqueles que eu só sentia guando algo ia acontecer, mais para o meu azar nunca distinguia se seria algo bom ou ruim.
Como se alguém estivesse me olhando uma intuição explodiu sobre mim e tentei fugir, mas não conseguir, fiquei completamente hipnotizada quando vi aquele lindo rosto pálido parado em minha frente, ele se aproximou devagar demais para um imortal e tocou-me o rosto.
Sua expressão era uma mistura de dor e felicidade ao mesmo tempo, como se ele desejasse o meu sangue, e a mim ao mesmo tempo, como se as duas escolhas lutassem uma contra a outra.
Fui carregada e levada até o topo da torre, era tudo tão lindo e assustador, que eu não tive reação.
Começamos a conversar, eu não sabia por que, mais era como se eu já o conhecesse, como se aquele encontro tivesse sido escrito na estrelas.
Anoiteceu e nós ainda estávamos no alto da torre, mais agora nós olhávamos sem dizer uma só palavra.
Aquela tarde foi o suficiente para que eu me apaixonasse por aquela figura tão irreal.
E foi sobre o brilho das estrelas e a luz do luar que nós beijamos; um longo beijo apaixonado que só acabou depois que os lábios dele percorreram o meu pescoço e me transformou.
Um amor imortal não podia ter nascido em melhor lugar, na torre Eiffel em Paris.




quarta-feira, 2 de junho de 2010

Música do Dia

A música do dia hoje vai ser "Vou te esperar" da banda cluster. Escolhi essa música porque acho a letra linda.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Frase do dia



"Todo caminho que trilhamos tem seu destino, basta a nós escolhermos o rumo certo."