sábado, 28 de agosto de 2010

O amor é como...

Imagem do tumblr
Às vezes eu pego uma antiga fotografia e fico pensando o que é o amor.
Muitas possibilidades me vêm à mente quando me vejo naquela foto feliz com o meu amado, naquele dia estava chovendo, nós estávamos molhados e felizes.
O amor é como um dia de chuva que vem para alegrar corações com seus pingos gelados em uma tarde de inverno.
É como o sorriso de um casal apaixonado que contagia até a pessoa mais triste do parque.
É como o abraço protetor de quem se ama, nós faz sentir protegidos mesmo quando caímos no chão.
Mesmo com todos os seus lados positivos o amor pode se tornar ruim quando acaba.
Guardo aquela fotografia agora molhada em lágrimas e me esqueço dos sorrisos, do abraço e dos pingos de chuva que ali tinham, agora vejo os pontos negativos só penso em como agora é o amor para mim.
O amor é como os dias de chuva que estragam a nossa melhor roupa.
É como os altos sorrisos que estragam nossa concentração.
É como um abraço esmagador que não tem nada de protetor.
Para você o que é o amor? Como ele é: Positivo ou Negativo?


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Como conseguir a Fama



Têm muitas maneiras de ser famoso.
Escrevendo um livro, e conseguir que ele seja publicado é o primeiro passo.
Mais então você tem que conseguir que ele seja vendido, e milhões de pessoas elogiem.
Você pode ser modelo, cantora ou atriz.
Mais do que adianta ficar procurando maneiras de como conseguir a fama, se é para fazer algo que você não gosta?
Então parem para pensar no que você realmente gosta de fazer e tem talento.
E pare de pensar nos flashes e entrevistas que a fama pode proporcionar.
Se você tem talento seja para ser atriz, modelo, cantora ou escritora, então corra atrás porque a fama não vai ser nada em comparação a esta fazendo o que te faz bem.

P.S Post rápido, só para falar mesmo de algo que acontece muito, quem não quer ser famoso hoje em dia?
Mais eu acho que não adianta ser famoso e não ter talento.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

E aquele foi o fim...

Ana estava dormindo tranquilamente quando de repente, acordou com o ruído de uma porta que se fechava pesadamente lá embaixo, no térreo.
Ela costumava ser muito curiosa, e como sempre a curiosidade a venceu, ela pegou o robe do lado da cabeceira da cama, se vestiu e desceu devagar pelos degraus, passo por passo tentando fazer o mínimo de silêncio possível.
Não havia ninguém na área vazia, a porta estava fechada, nem o vento conseguia ultrapassar a porta de ferro, Ana riu consigo mesma enquanto olhava a porta, foi quando o elevador se abriu, e ela virou-se para olhar, a expressão no rosto dela foi de surpresa, alegria, medo e tensão.
_Riley o que você faz aqui à uma hora dessas?_ ela perguntou ainda surpresa.
_Só uma visita querida Ana._ ele disse, seu tom de voz estava alterado, como se não fosse o Riley de sempre.
_Você me assustou sabia, e afinal você não deveria está aqui._ ela atirou com a voz amarga.
_As minhas visitas já foram melhores apreciadas, você sempre gostou delas._ ele falava, tentando recuperar alguns momentos do passado que estavam escondidas em algum lugar da memória de Ana.
_Como você conseguiu entrar?
_Só os moradores tem acesso a esses portões, e as suas visitas eram bem vindas quando você ainda era o Riley doce e generoso que eu conheci._ Ana agora era muito mais amarga do que ela costumava ser.
_Sempre tão curiosa Ana, um dia isso ainda vai te matar._Riley disse e a puxou pelo braço.
_Vá embora Riley, saia daqui, você não é bem vindo, não até que mude de caráter._Ana começou a gritar, ela gritava tão alto, como um instinto de preservação.
_Cale a boca Ana, vai acordar os vizinhos._Riley gritou bem perto de Ana, o calor da voz dele, era uma mistura de raiva e cerveja.
_Louco e bêbado, é isso o que você é nesse momento, saia daqui ou vou gritar ainda mais Riley Carter.
Ana gritou pela última vez, um grito que ia se tornando um sussurro, depois que Riley perdeu o controle e enfiou uma faca no peito dela, o sangue começava a tomar conta de todo o chão, Riley gritava desesperado, ele não queria fazer aquilo, machucar ela não era a intenção dele, o que ele sempre quis foi a sua Ana de volta.
Desorientado como estava, ao ver as pessoas chegando, e o prédio perdendo o silêncio, ele tirou cuidadosamente a faca do peito de Ana, e enfiou com toda a sua força no seu peito, as últimas palavras de Riley para Ana foram "Eu te amo, mais não podia te contar o porquê da minha mudança de caráter".
E aquele foi o fim do amor de Ana e Riley, uma história que se tornou perigosa com o tempo, provocando a morte dos dois, como um Romeu e Julieta, mais bem mais trágica do que nas histórias de Shakespeare.