domingo, 14 de novembro de 2010

E é isso a amizade e ponto final


Éramos um grupo de amigos, não tão grande como os outros, mais também não tão pequeno.
Talvez chegasse a dez, mais prefiro não contar quantos foram os meus amigos verdadeiros.
Prefiro lembrar os momentos bons e ruins que passamos juntos, não que eu queira voltar atrás, na verdade o que quero é continuar seguindo em frente, e junto vai à corrente que formei com eles.
Com essa amizade aprendi muito e sei que ainda há mais para ver e aprender.
Aprendi que cada um tenta ajudar o outro a sua maneira, que todos eles querem muito bem a mim e a cada amigo do nosso grupo, que mesmo que as vezes eles não vejam que estão exagerando, não foi por mal, que todos somos muito amigos, mesmo que cada um demonstre do seu jeito, que tenha mais intimidade para conversar com um, e aconselhar outro.
Aprendi também que o que importa é sentir que a amizade é verdadeira e aceitar cada um do jeito que é só assim nossa amizade vai continuar a crescer.
E é isso a amizade para mim e ponto final, nada vai me fazer mudar de idéia, estou certa disso.

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História para 40ª Edição conto/história do bloínquês inspirada na minha amizade com meus amigos e amigas, na corrente bonita que estamos construindo, entre lágrimas e sorrisos, tempestades e dias de sol.


sábado, 13 de novembro de 2010

Resenha: O morro dos ventos uivantes

Gente como nem sempre estou inspirada para criar textos (estou em uma fase bem compositora e não escritora), agora vou fazer também resenha de livros. É sempre bom saber a opinião de outros sobre livros e várias outras coisas (pelos menos na minha opinião).
Continuando a resenha de hoje, a primeira do blog, vai ser sobre O morro dos ventos uivantes.

Sinopse:
Único romance escrito por Emily Brontë, "O MORRO DOS VENTOS UIVANTES", foi publicado em 1847 e atribuído a um certo “Ellis Bell”. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, caracterizado como uma história de amor amaldiçoado e de vingança, e visto como a mais intensa história de amor já escrita na língua inglesa, recebeu fortes críticas no século XIX, época em que foi lançado. Um ano antes, as três irmãs Brontë Charlotte, Emily e Anne haviam publicado uma coletânea de poemas em nome de “Currer, Ellis e Acton Bell”. Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as “Irmãs Brontë” e os “Irmãos Bell” fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a controvérsias: que “Bell” seria, realmente, qual das irmãs Brontë? Correntes de críticos afirmavam que os três pseudônimos pertenciam na realidade à Charlotte; outros sugeriam que os demais pseudônimos “Bell” não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e se referiam a seu Irmão Branwell. Críticos da época reagiram com indiferença à obra, comparando-a desfavoravelmente com “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento. Finalmente, a reavaliação crítica gradual encabeçada pela própria Charlotte resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação d' O MORRO DOS VENTOS UIVANTES como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical da tradição vitoriana de romance, fortemente influenciado pelo estilo de Percy Shelley em sua poesia, pelo ar gótico e rebuscado de Isaac Watts, autor do primeiro romance gótico “O Castelo de Otranto” e por Mary Shelley, autora de “Frankstein” e “O Último Homem”. O MORRO DOS VENTOS UIVANTES possui características ímpares diante de seus contemporâneos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, sua estrutura dramática era resultado do choque de vontades, através de uma rica mistura de romantismo e realismo, transbordando de paixão, turbulência e misticismo. O MORRO DOS VENTOS UIVANTES já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e TV. A versão de William Wyler de 1939, estrelada por Merle Oberon como Cathy e Laurence Olivier como Heathcliff, é considerado um dos grandes clássicos do cinema até os dias de hoje, indicado para sete categorias da mais importante premiação do cinema e vencedora do prêmio por sua fotografia; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e uma modernização para os dias de hoje, produzida pela MTV em 2003.


Minha opinião:
É um livro fascinante, apesar de ter algumas partes do livro que a linguagem é tão bem elaborada que chega a ser díficil de entender, mais nada muito grave um dicionário em mãos já resolve o problema.
A maldade de Heathcliff te causa muita raiva e ódio dele, mais o seu amor por Cathy apesar de bem complicado, e de ter passado por tanta coisa que os dois nem chegam a ficar realmente juntos, é emocionante.
A história tem mais momentos ruins do que bons, doenças, mortes, mal tratos tem de sobra, mais também sobrou espaço para o amor e a amizade que vence qualquer barreira.
Eu não dou nota dez no livro, mais ele merece com certeza um nove.
O livro está custando R$ 45,00 reais na saraiva.
Se tiver um amigo que te empreste ( o que foi o meu caso),ótimo.
Mais recomendo muito que leiam, até mesmo para se adaptar com a linguagem diferente.
 
Quem já leu esse livro? O que acharam dele?
E quem quer ler? Me conta tudo